sábado, 14 de maio de 2011

Meu nome não é Alice, no País das Utopias!



          "E quando veio o caos, surgiu um redentor: Ele disse, ele falou, ele labiou, ele seduziu, ele proferiu, ele propalou, ele anunciou, ele apontou; ele sugeriu, ele sabia de fato o que era o melhor para o Brasil. Ele sabia! 
Quando ele se apoderou: des-disse, des-falou, des-labiou, des-seduziu, des-proferiu, des-propalou, des-anunciou, des-apontou, des-sugeriu." 


         Muito mais do que bons legisladores, precisamos de excelência em efetivação, em execução das leis. São tantas cartilhas, e pouca partilha de responsabilidade, de compromisso. Leis estão sendo feitas para proteger os que as burlam. Chegamos ao auge da imoralidade política. Tem mais bandido fazendo lei, do que atrás das grades. 


          Um fosso, separa a legitimidade, da legalidade, nesse desencontro de caminhos que apontem para igualdade, quem desfalece de fato é a sociedade,  vitimada pela impunidade. 



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